GAIA Digital

Proposta do GAIA Digital

Estrutura crítica, modular e inclusiva para investigação, preservação e difusão de patrimônios culturais.

GAIA Digital em destaque

Visão geral

O GAIA Digital é um framework interdisciplinar pensado para a investigação, preservação e difusão de patrimônios culturais. Combina gestão ágil, inclusão & autonomia digital e tecnologias de informação, sempre atentos às dimensões simbólicas, éticas e sociais. A proposta une rigor metodológico e sensibilidade cultural, oferecendo uma base comum para equipas diversas trabalharem de forma coerente, transparente e sustentável.

Componentes principais

Gestão Ágil e Metodologias de Projeto

  • Trabalho em ciclos curtos, com entregas parciais e revisão constante;
  • Integração com boas práticas (PMBOK®, ISO 21502) quando fizer sentido;
  • Foco em pessoas, colaboração e mitigação de riscos em vez de burocracia.

Inclusão e Autonomia Digital

  • Formação acessível e adaptada ao contexto local;
  • Coautoria de comunidades, estudantes e minorias;
  • Respeito à diversidade cultural e justiça epistémica.

Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural

  • Digitalização 2D/3D, RA/RV e uso crítico de IA;
  • Curadoria expandida, para além da descrição técnica;
  • Acesso público e acessível, com contextos e créditos claros.

Objetivos específicos

Arquitetura modular integrada

Organizar o trabalho em módulos independentes (gestão, dados, preservação, publicação) que podem ser adotados no seu ritmo—comece pequeno e cresça sem refazer tudo.

Gestão de versões

Controlar versões de registros, imagens e derivados. Automatizar checkpoints de integridade (fixity), logs de alterações e trilhas de auditoria.

Partilha responsável

Definir quem pode ver, editar e aprovar, respeitando direitos e acordos. Licenças claras, consentimentos e anonimização quando necessário.

Digitalização e análise crítica

Integrar captura 2D/3D, OCR e tratamento de dados. Documentar escolhas e limites para permitir leituras críticas e reuso por terceiros.

Automação responsável

Aproveitar IA e rotinas automáticas em tarefas repetitivas, sempre com revisão humana e explicabilidade—automatizar sem apagar nuances culturais.

Avaliação de ferramentas

Escolher tecnologias pelo que servem ao projeto: segurança, compatibilidade, sustentabilidade e custo. Testar em piloto antes de adotar.

Distribuição de conteúdo

Publicar com qualidade, acessibilidade e contexto (sites, repositórios, exposições digitais), com metadados completos, créditos e licenças claras para reuso criativo.

Arquitetura do framework

Modularidade

Cada parte funciona sozinha e se conecta às demais. Permite começar pelo mínimo viável e expandir sem desperdício.

Interoperabilidade

Adoção de padrões abertos (metadados, vocabulários, identificadores persistentes) para troca de dados sem perda de informação.

Automação crítica

Automatizar processos repetitivos com salvaguardas: revisão humana, registro de versões e explicabilidade. A automação apoia, não substitui.

Segurança e sustentabilidade

Políticas de backup, gestão de risco e privacidade desde o início. Preservação de longo prazo com documentação viva e atualizada.

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