O que chamamos de justiça cognitiva
Justiça cognitiva é reconhecer que existem muitos modos legítimos de produzir conhecimento — acadêmico, comunitário, indígena, popular, artístico — e que projetos digitais devem acolher essa pluralidade em nomes, descrições, classificações e narrativas.
Na prática, isso significa evitar apagamentos, abrir espaço para camadas de contexto, permitir nomes alternativos, registrar creditação coletiva e oferecer canais de contestação e correção sobre o que publicamos.