GAIA Digital

Inovação Digital — Conceito

Inovar é tornar prático, acessível e reutilizável — com ética, padrões abertos e foco em valor público

Ilustração de conexões digitais simples e abertas

O que chamamos de “Inovação Digital” no GAIA

Para o GAIA, inovar não é buscar tecnologias raras ou caras. É resolver problemas reais com soluções simples, abertas e reutilizáveis, respeitando pessoas, contextos e patrimônios.

Isso significa reduzir barreiras de acesso, evitar dependências desnecessárias, produzir dados com qualidade e garantir que o trabalho de hoje permaneça útil no futuro (interoperável e preservável).

Princípios do GAIA para inovar

Simplicidade útil

Preferir o caminho mais leve e claro. Processos curtos, linguagem simples, menos cliques.

Abertura por padrão

Formatos e padrões abertos, licenças claras, documentação mínima para reuso.

Interoperabilidade

Dados que conversam entre sistemas. Vocabulários controlados e identificadores estáveis.

Ética aplicada

Consentimento, privacidade, autoria e mediação sensível — com revisão humana.

Sustentabilidade

Baixo custo de manutenção, plano de saída, preservação ativa e uso responsável de recursos.

Valor público

Impacto real para ensino, pesquisa, comunidades e gestão cultural — com indicadores simples.

O que é inovação digital (no GAIA)

  • Resolver problemas concretos com processos enxutos e replicáveis.
  • Favorecer reuso de dados (FAIR), interoperabilidade e preservação.
  • Promover acessibilidade e participação em todas as etapas.
  • Medir valor público com poucos indicadores claros.

O que não é (e por que evitar)

  • Adicionar camadas de complexidade “porque sim”.
  • Aprisionar conteúdos em formatos proprietários sem plano de saída.
  • Automatizar sem revisão humana e sem ética explícita.
  • Confundir “novidade” com “melhoria de valor para as pessoas”.

Núcleo mínimo de inovação (começar hoje)

  1. Ficha mínima + nomes padronizados (datas + coleção + código + versão).

  2. Formatos e padrões abertos com vocabulário controlado e IDs estáveis.

  3. Acessibilidade básica (ALT, contraste, teclado, legendas) desde o início.

  4. Política de dados enxuta (finalidade, retenção, exclusão e correção).

  5. Plano de saída (exportação testada, cópia local e fixity checks periódicos).

Mapa rápido (de ideia a valor público)

Problema claro

Quem precisa, do quê e por quê? Defina o objetivo público.

Processo leve

Passos enxutos, protótipo mínimo e documentação clara.

Dados reutilizáveis

FAIR + padrões abertos + interoperabilidade garantida.

Valor comprovado

Indicadores simples: acesso, participação, reuso, satisfação.